11 de abril de 2012

Vamos pensar em nossas crianças... - Reforma Urbana.


  Nesses últimos tempos perto da minha casa, um terreno fora invadido. Minha reação no inicio foi um tanto confusa, não sabia o que pensar: Se abominava ou ficaria paciente. Percebi que uma boa parte das pessoas da minha rua – que possuem suas casas próprias – também invadiram.
  O que pensar de pessoas assim? Não dá para culpar a prefeitura nessas horas. Claro, o dono do terreno estava devendo impostos, mas mesmo assim não concordei com a tal ação. Só para ter uma ideia, vi carros, que nem meu pai trabalhando muito conseguiria ter hoje, sem contar o tanto de bebida alcoólica que entra. Já montaram até comercio! Um bar...
  Por volta, hoje, já deve ter uns 200 barracos, o que só mostra que ninguém – prefeitura - não vai tomar atitude nenhuma.  
  Mas o que me preocupa é que se torne uma situação igual a do Pinheirinho, no qual depois de anos vieram tomar o terreno, sei que avisaram, mas vai entender o porquê da geração de tanta violência naquele momento.
  O ponto que quero chegar é a exposição das crianças diante dessas situações, como uma criança enxerga o que aconteceu ao Pinheirinho e a tanto outros lugares? Onde pessoas inocentes, pessoas que necessitam foram expulsas de seus lares.
  Uma criança é um ser tão inocente, que absorve qualquer tipo de sentimento a sua volta, independente se é bom ou mau.
  E foi em uma aula de desenho do curso, que tive que pensar um pouco sobre esse assunto complicado , que envolve gente oportunista -  igual ao meu vizinho que não necessita, mas invadiu assim mesmo -  e gente que realmente precisa. 

VAMOS PENSAR EM NOSSAS CRIANÇAS, 
E NAS PESSOAS QUE REALMENTE NECESSITAM.

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